A cura não segue um caminho reto, previsível ou apressado. Ela se move em espiral, como a própria natureza ao nosso redor — ciclos que se repetem, estações que voltam, mas nunca exatamente da mesma forma. Assim como o pequeno ser em meditação no meio da floresta, somos convidados a parar, respirar e aceitar que cada retorno não é um retrocesso, mas uma nova oportunidade de ver com mais profundidade.
Permitir-se esse movimento em espiral é um ato de coragem e de amor próprio. É entender que evoluir não é nunca mais sentir dor, mas saber acolhê-la de uma forma diferente. É perceber que, a cada volta, você não está no mesmo lugar… você está mais profundo, mais inteiro, mais próximo de si mesmo. 
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