Entre engrenagens que giram sem parar e rostos que parecem belos à distância, esconde-se uma verdade antiga — quase mecânica, inevitável. Como num relógio complexo, cada pessoa revela o seu funcionamento com o tempo. Algumas mostram harmonia, outras revelam falhas ocultas.

Nicolau Maquiavel já sugeria algo semelhante: não é o outro que nos decepciona — é a expectativa que criamos, a ilusão que insistimos em manter mesmo quando os sinais estão diante de nós.
Muitas vezes, ignoramos os pequenos ruídos nas engrenagens, os comportamentos que não encaixam, os detalhes que denunciam a verdadeira essência de alguém. Preferimos acreditar numa versão idealizada, mais confortável, mais bonita. E é aí que nasce a decepção.
No fundo, não se trata de quem as pessoas são…
Mas de quanto tempo levamos para enxergar isso com clareza.
Porque ver exige coragem. E aceitar, ainda mais.

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